segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Perfis de jogadores de tênis - Pavol Cervenak

                                          
O tenista eslovaco Pavol Cervenak, número 222 do ranking da ATP, é um amante do tênis desde os 6 anos de idade, quando ainda morava na capital da Eslováquia, Bratislava. Por incentivo do pai, que administrava uma loja no Centro Nacional de Tênis do país, Pavol começou a praticar o esporte e não parou mais. Hoje, o tenista vive em Colônia, Alemanha, para dar mais saltos mais altos à carreira.
Isso é o que garante o seu técnico, Carsten Schauff, que o acompanha no BVA Challenger de Rio Preto. “O Pavol melhorou muito a sua técnica e habilidade de jogar com as duas mãos na Academia em que treina na Alemanha. Além do mais, ele conta com um profissional para acompanhá-lo nos torneios, o que é muito importante. O técnico acaba fazendo de tudo um pouco: dá dicas, suporte, ajuda na organização e nos treinos do atleta. É uma pena que muitos tenistas não possam contar com um”.
E o tenista assina em baixo as palavras do técnico. “Existem bons lugares e centros para a prática do tênis na Eslováquia, mas a estrutura que eu disponho na Alemanha é fantástica e me ajuda a ser um profissional mais qualificado”. Treinando na Academia de Tênis de Colônia, ele chegou à final do Challenger da Eslováquia e nas quartas de final do Torneio da ATP em Stuttgart.
Quanto ao Challenger e as altas temperaturas em Rio Preto, o eslovaco se diz tranquilo e espera fazer um bom torneio, e quem sabe, não só participar. “Estou acostumado a jogar em lugares mais quentes do que na Europa. Esse ano joguei em Buenos Aires e Montevidéu e é bom estar na América do Sul nessa época, porque agora começou a esfriar muito na Alemanha. Espero fazer um excelente Challenger e ficar entre os primeiros”.
Para Pavol, a vida de tenista, pulando de lugar em lugar a cada semana, requer muita paixão, caso contrário, não se vai longe no esporte. “Jogar tênis é como qualquer outro emprego. A diferença é que às vezes você não gosta do que faz, mas acaba aguentando. No tênis, se não existe paixão, você não consegue se doar ao máximo e viver intensamente esse esporte maravilhoso”.




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